UM MERGULHO NA FLORESTA E NA HISTÓRIA DA BORRACHA

UM MERGULHO NA FLORESTA E NA HISTÓRIA DA BORRACHA

CONTEXTO HISTÓRICO E ATRATIVOS CONTEMPORÂNEOS


UM MERGULHO NA FLORESTA E NA HISTÓRIA DA BORRACHA

No meio da floresta amazônica, às margens do igarapé São João — afluente do igarapé Tarumã-Mirim, na zona rural de Manaus (AM) — encontra-se o Museu do Seringal Vila Paraíso, um espaço singular que combina natureza, história e turismo de experiência.

Inaugurado em 16 de agosto de 2002, o museu recria o ambiente de um seringal brasileiro do início do século XX, no auge do ciclo da borracha, oferecendo uma imersão sensorial e didática em pleno coração da Amazônia. 

Histórico:

- O museu reproduz instalações típicas de um seringal, como a casa do seringalista, a casa do capataz, o tapiri de defumação, a trilha das seringueiras, a casa de farinha e até o cemitério de seringueiros.

- O local foi originalmente o cenário do filme A Selva (2001), e como contrapartida à produção cinematográfica, o cenário foi repassado ao governo estadual para ser convertido em museu. 

Experiência moderna:

Visitantes não só observam artefatos estáticos, mas percorrem trilhas imersas na vegetação amazônica, respiram o ambiente florestal, o que torna a visita um híbrido entre museu, ecoturismo e vivência cultural. 

- O museu estimula o pertencimento das comunidades ribeirinhas vizinhas, sendo importante espaço de geração de renda para artesãos indígenas e atividades comunitárias.

- O traslado por si só já é parte da atração: da Marina do Davi, o visitante embarca em lancha até o local, com cerca de 30 minutos de travessia fluvial. 

Curiosidades que impressionam

A visita guiada leva cerca de uma hora e transporta o visitante para o universo da borracha: da extração do látex das seringueiras à produção da borracha propriamente dita. 

As instalações preservam móveis, utensílios e estruturas de épocas passadas, oferecendo um contraste entre o sofrimento dos seringueiros e a ostentação dos seringalistas. 

Em 2024, o museu teve que fechar temporariamente por conta da severa estiagem, que reduziu drasticamente o nível dos igarapés. 

- Não é um museu de corredores silenciosos. É para quem quer sentir, caminhar, ouvir, ver e absorver uma história que ainda pulsa na paisagem amazônica.

O Museu do Seringal Vila Paraíso é mais do que um museu: é uma ponte entre passado e presente, entre o seringal e a floresta, entre o visitante e a comunidade local. Vale reservar algumas horas para essa experiência única que une natureza, história e cultura viva.




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